A venda que você já tinha.
A adquirente cobra por cada chargeback aberto.
O que você entregou e não volta.
Alguém tem que olhar cada caso, mesmo que não brigue.
Conciliação, suporte, retrabalho.
Índice alto demais e a adquirente encerra a sua conta.
A calculadora acima mede a perda de receita, a base e a mais conservadora. Os outros custos entram na conversa, com os números da sua operação.
Não é o valor da venda perdida. É o que se gasta para tratar um único caso, somando custo operacional, software e taxas. Era US$ 74 em 2024 e US$ 78 em 2025. Passou de US$ 80 pela primeira vez desde que essa pesquisa existe.
Multiplique pelo seu número de disputas por mês. Essa conta vem antes de qualquer receita perdida.
Fonte: MRC 2026 Global eCommerce Payments & Fraud Report, 27ª edição, Merchant Risk Council, co-patrocinado por Visa Acceptance Solutions e Verifi. Campo em novembro e dezembro de 2025, 1.278 merchants em 37 países.
Esse é o valor contestado, não o custo de tratar. Por categoria, o levantamento vai de US$ 69 em assinaturas a US$ 120 em viagens e hospitalidade, com o varejo em US$ 84 e produtos digitais em US$ 77.
Os dois números vêm de pesquisas diferentes e não se somam numa conta só. Lidos lado a lado, dizem a mesma coisa: tratar uma disputa custa quase o que a disputa vale.
Fonte: Mastercard / Datos Insights, The State of Chargebacks 2025, pp. 10 e 11. Pesquisa com estabelecimentos da Austrália, Brasil, Reino Unido e Estados Unidos.
Parte das disputas nunca deveria nascer. São clientes que não reconheceram a própria compra. Parte vira chargeback e pode ser contestada com a prova que você já tem. A Rapid atua nas duas frentes. Quanto disso é o seu caso depende do seu mix, e é o que a gente olha na conversa.
A disputa não nasce.
Ver Prevenção →Você age antes do chargeback.
Ver Alertas →Contestamos o que virou chargeback.
Ver Defesa →Prevenção e Alertas protegem a conta e o índice. Defesa recupera o caixa. Na conversa a gente mostra o que cabe no seu caso.